Em 2026, a "crise do teto" no Brasil faz o aluguel subir o dobro da inflação, consumindo até 40% da renda familiar. Juros altos, falta de oferta e o avanço de aluguéis de curta temporada (Airbnb) expulsam moradores para as periferias. Sem poder de negociação, famílias recorrem à moradia compartilhada como estratégia de sobrevivência diante de um mercado de ocupação máxima.
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