Setenta anos após sua execução, Tommy Lee Walker foi inocentado pela Justiça de Dallas por um crime que não cometeu. A condenação, ocorrida em 1954, foi baseada em confissões forçadas e na má conduta de um promotor que ocultou provas e ignorou o álibi do réu. A revisão histórica do caso revelou o racismo sistêmico da época e trouxe, finalmente, o reconhecimento da inocência de Walker à sua família.
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