Tudo o que falamos, ou a maneira como nos portamos, ao saudar nossos irmãos precisa ser necessariamente o resultado daquilo que o Senhor fez brotar em nossos corações. Ou seja, não fazemos saudações para cumprir rituais sociais ou religiosos, nós o fazemos para que o Espírito que deve palpitar dentro de nós possa ser compartilhado com aquele a quem com prazer dirigimos a saudação.