O filme Matrix marcou uma geração ao apresentar a famosa escolha entre a pílula azul e a pílula vermelha. De um lado, o conforto da ilusão; de outro, o choque da verdade. Anos depois, a série Pluribus atualiza essa questão ao mostrar um mundo onde a escolha já não é individual, mas regulada pelo próprio sistema. Entre essas duas narrativas, surge uma pergunta essencial para o nosso tempo: a escolha é realmente livre ou apenas permitida dentro de limites invisíveis?
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