Aprender a viver dentro do próprio sistema nervoso não é fraqueza. É um gesto profundamente ético. Significa reconhecer que não somos apenas sujeitos de desempenho, mas organismos sensíveis, atravessados por história, afeto e memória. Na clínica, isso aparece quando o sujeito começa a escutar o corpo sem imediatamente silenciá-lo. Quando a tensão deixa de ser interpretada como defeito moral e passa a ser compreendida como mensagem.
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