Existem filmes que parecem ter nascido de um erro de cálculo cósmico — não porque sejam ousados, experimentais ou revolucionários demais para sua época, mas apenas por serem simplesmente desengonçados. Robot Monster (1953), de Phil Tucker, é a quintessência desse tipo de maravilha. É o tipo de obra que faz você rir, arregalar os olhos e, no fim, aplaudir: não porque foi bem feita, mas porque a sua falta de jeito virou seu charme.






