Durante muito tempo, a ciência estimou que a influência do DNA na nossa expectativa de vida era pequena, algo entre 10% e 20%. Acreditava-se que o estilo de vida e o ambiente eram os verdadeiros protagonistas do envelhecimento. No entanto, uma pesquisa liderada por Ben Shenhar, doutorando em física no Instituto Weizmann de Ciência, sob supervisão do professor Uri Alon, propõe uma mudança radical nessa visão.






