Temos acompanhado um forte retorno da magreza extrema como corpo ideal, principalmente com a popularização de medicamentos inibidores de apetite. E aí, é de se pensar: o corpo de uma mulher em estado de extrema magreza consegue reagir à violência? Consegue fugir de um agressor? Consegue sobreviver a uma internação prolongada em uma UTI? Essas perguntas não são sobre “corpo certo” ou “corpo errado”. São perguntas de sobrevivência.
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